Pode ser um cliché incessantemente referido, mas não há nada que me toque mais, que me doa mais que uma pessoa que não sente o peso de um pedaço de pão no estômago há largos dias. Que bebe água a custo, que enfrenta a humilhação e a vergonha de ter de pedir para ter o mínimo das suas necessidades básicas. Como, onde consegue fazer as suas necessidades fisiológicas?
No fundo, são as pessoas mais olhadas e mais conhecidas. Podemos viver numa cidade dez anos que não conheceremos nem um terço dos rostos das pessoas todas. Mas, com certeza, saberemos quem é o quarentão de barbas longas e suas, de cara morena devido à sujidade acumulada e falta de lavagem, de unhas compridas e pretas, de feridas nos pés e nas mãos, de fedor insuportável, de dentes provavelmente estragados, de pés sobre um cartão de supermercado, de mão estendida pelo hábito, de sorriso nulo e tristeza incorporada.
A mãe que dá de prenda ao filho mais velho, com os seus catorze anos, um jantar no McDonald's e que, por isso mesmo, ficará sem comer umas quantas refeições.
A criança que não se lembra se faz anos ou é Natal. Que se esqueceu do sabor da torrada e do copo de leite morno.
Não digo que, devido aos atendados, às más políticas governamentais e a uma série de outras coisas o valor da vida humana seja menor que um barril de crude, não seja uma das grandes tragédias do nosso tempo mas...
Como é possível uma idosa ter de ficar a dever dinheiro na farmácia, porque a sua reforma não chega nem para pagar os medicamentos de que necessita mensalmente?
Secalhar não estou a ser generalista e não estou a falar de um problema que afecte uma sociedade ou um povo, mas é uma coisa que afecta milhões de pessoas.
A Pobreza. A Miséria.
sábado, junho 07, 2008
domingo, março 30, 2008
quinta-feira, fevereiro 28, 2008
terça-feira, fevereiro 19, 2008
quinta-feira, fevereiro 14, 2008
terça-feira, fevereiro 12, 2008
domingo, fevereiro 03, 2008
sexta-feira, fevereiro 01, 2008
Lá no cimo mas antes das nuvens
Quantas pessoas podem dizer que o viram no dia que festeja o seu nascimento?
Parabéns 'mano'!
:D
Parabéns 'mano'!
:D
Over the Rainbow
Somewhere over it
Like we were today
Touching the top
With sugar and lemon drops
Somebody to talk
To love, to see
To feel, to live
To get the party started
Drinking
Smoking
Laughing
Reacting
With a reborned soul
Pure and rehearsed
Like we were today
Touching the top
With sugar and lemon drops
Somebody to talk
To love, to see
To feel, to live
To get the party started
Drinking
Smoking
Laughing
Reacting
With a reborned soul
Pure and rehearsed
terça-feira, janeiro 29, 2008
(Pausa)
não pode ser. Eu não acredito nisto. Alguém deve estar a gozar comigo. Oh meu Deus, eu não bebi nada hoje, não fiz mal a ninguém, só passei a noite ali com aquele pobre homem, até ofereci a boneca a um miúdo, eu... eu, isto não me está a acontecer. Que grande pedrada!!!
segunda-feira, janeiro 28, 2008
Pensamentos Livres
Está-me a dar aquela vontade estupida, nojenta, irracional e louca de fazer tudo o que tenho a fazer aqui até ao fim deste dia! A minha capacidade mental não mo deixa...
Nunca, nunca mais chega a noite
Em que te vou despertar
Nunca mais vou poder esperar
E então ver-te sorrir
Nunca mais este amor eterno poderá me tornar
No calor do teu inverno
Que te aquece a dormir
Eu quero as palavras que me tocam
E me dizem que sem mim não és feliz
Suave, a tua voz tão suave
Porquê te arrancaram de mim, assim?
Diz-me porquê, se te esqueceste ou não de mim
Porquê não somos imortais?
Porquê? Pergunto
Não posso mais, eu não posso mais
Guarda no teu peito a chama
Onde irás sempre ouvir
A voz de quem te ama
E que te quer sentir
Eu quero o teu corpo que me enche
Que me enche e que eu só quero tocar
Suave, a tua pele tão suave
Porquê? Te arrancaram de mim, assim?
Diz-me porquê, se te esqueceste ou não de mim
Porque não somos imortais?
Porquê? Pergunto
Não posso mais, eu não posso mais
Em que te vou despertar
Nunca mais vou poder esperar
E então ver-te sorrir
Nunca mais este amor eterno poderá me tornar
No calor do teu inverno
Que te aquece a dormir
Eu quero as palavras que me tocam
E me dizem que sem mim não és feliz
Suave, a tua voz tão suave
Porquê te arrancaram de mim, assim?
Diz-me porquê, se te esqueceste ou não de mim
Porquê não somos imortais?
Porquê? Pergunto
Não posso mais, eu não posso mais
Guarda no teu peito a chama
Onde irás sempre ouvir
A voz de quem te ama
E que te quer sentir
Eu quero o teu corpo que me enche
Que me enche e que eu só quero tocar
Suave, a tua pele tão suave
Porquê? Te arrancaram de mim, assim?
Diz-me porquê, se te esqueceste ou não de mim
Porque não somos imortais?
Porquê? Pergunto
Não posso mais, eu não posso mais
Para ti
Para ti pequena leoa e grande mulher
terça-feira, janeiro 22, 2008
sexta-feira, janeiro 18, 2008
terça-feira, janeiro 15, 2008
Subscrever:
Mensagens (Atom)